Lançamento do Livro e-Usabilidade

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Acontecerá no dia 08/09 às 19:30h no salão Louvre do Hotel Windsor Barra (Av. Sernambetiba, 2630, Barrada Tijuca, RJ), junto ao XXXII ENANPAD (Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação em Administração). O lançamento do livro “e-Usabilidade” de autoria de Simone Bacellar Leal Ferreira e Ricardo Rodrigues Nunes, respectivamente professora e aluno do Curso de Mestrado em Sistemas de Informação do Programa de Pós-Graduação em Informática da UNIRIO (http://www.uniriotec.br/pgi).

Capa do Livro e-Usabilidade

É muito bom receber a notícia de lançamentos de livros na área de usabilidade e acessibilidade de autores brasileiros, que é uma área, dentre tantas, que temos que buscar autores estrangeiros e quase sempre em inglês.

O livro trata de aspectos de usabilidade com a finalidade de apoiar os estudantes e profissionais de sistemas de informação, em especial os sistemas orientados para a Web, a projetarem e administrarem interfaces que propeciem a seus usuários uma interação fácil e transparente. Isto é, uma interface que, quando acessada por um usuário para executar uma tarefa, seja projetada de tal forma que ele só precise focalizar sua atenção no trabalho que deseja executar.Para isso são abordados diversos aspectos da usabilidade, como:

  • Interação Homem-Computador
  • Estilos de Interface
  • O Uso de Cores em Sistema Computacionais
  • Estratégias de Usabilidade em Sistemas de Informação Globalizados
  • e-Acessibilidade
  • Alinhamento dos Requisitos de Usabilidade com as Diretrizes de Acessibilidade

Um abraço!

Reputação.com

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Uma das coisas mais importantes como profissional é estar atento não apenas a informações diretamente ligadas ao trabalho do dia-a-dia. Mas a tudo que esteja relacionado a vida profissional. Por isso, leio assuntos relacionados a carreira, mercado e negócios, além dos assuntos diretamente ligados ao meu trabalho.

Esta semana lendo a revista Você S/A encontrei este artigo, escrito por Françoise Terzian.

Espero que gostem e aproveitem as dicas, da mesma maneira.

Saiba como usar a vitrine da internet para construir uma imagem pessoal positiva.

A internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida em forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo.

A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações. Confira as sugestões e use a rede a seu favor.

CRIE UM BLOG

Um blog profissional, que discuta temas pertinentes ao trabalho, dá um toque de credibilidade à imagem de seu criador. “Um blog amplia a exposição do autor. As chance de o nome aparecer numa pesquisa aumenta e favorecem o profissional. Desde que o conteúdo tenha qualidade, relevância e português sem erros”, dis Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page. Mas, atenção: mantenha o site atualizado. Caso contrário, você vai passar a imagem de desorganização.

- Relevância - Há mais de 120 milhões de blogs na web. Ser criativo não é fácil.

SEJA NATURAL

Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunders e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.

PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES

Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulista René de Paula Júnior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.

SIGA SEU RASTRO

Uma vez por mês, Marcelo Sant’iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MidiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’iago.

EVITE A IMAGEM POPSTAR

Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrabalha”, diz Karin Parodi, diretora de consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.

TORNE-SE UM VERBETE

Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipédia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criu seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas frequentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS

No Linkedin, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não procuré só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.

CORRA PARA O LINKEDIN

É conselho entre headhunters, recrutadores e executivos: o Linkedin é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.

SEJA DISCRETO

O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.

MELHORE A PESQUISA

Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitaa a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam SEO. Nada impede que um um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

Fonte: revista Você S/A

Introdução ao PHP

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PHP

PHP é uma das linguagens mais usadas para desenvolvimento de sites, pela sua simplicidade e grande suporte por empresas de hospedagem.

Trabalhei com projetos em PHP durante 5 anos, onde grande parte deste tempo trabalhei com o programador Rafael Jaques, mantenedor do blog www.phpit.com.br.

Por isso pedi para o mesmo escrever um artigo sobre o assunto.

Valeu Jaques pela contribuição!

Olá amigos! Tudo jóia?

Primeiramente eu gostaria de me apresentar. Meu nome é Rafael Jaques, tenho 19 anos e programo em PHP há 5 anos. Meu intuito aqui hoje é explicar pra vocês o que é o PHP, para que serve e coisas interessantes que se pode fazer com ele!

O que é o PHP?

PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a Javascript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial.

O que diferencia PHP de um script CGI escrito em C ou Perl é que o código PHP fica embutido no próprio HTML, enquanto no outro caso é necessário que o script CGI gere todo o código HTML, ou leia de um outro arquivo.

O que pode ser feito com PHP?

Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.

PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dBase, Interbase, mSQL, MS SQL Server, MySQL, Oracle, Sybase, Firebird, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP.

Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3 e, logicamente, HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos.

Como surgiu o PHP?

A linguagem PHP foi concebida durante o outono de 1994 por Rasmus Lerdorf. As primeiras versões não foram disponibilizadas, tendo sido utilizadas em sua home-page apenas para que ele pudesse ter informações sobre as visitas que estavam sendo feitas. A primeira versão utilizada por outras pessoas foi disponibilizada em 1995, e ficou conhecida como “Personal Home Page Tools” (ferramentas para página pessoal). Era composta por um sistema bastante simples que interpretava algumas macros e alguns utilitários que rodavam “por trás” das home-pages: um livro de visitas, um contador e algumas outras coisas.

Em meados de 1995 o interpretador foi reescrito, e ganhou o nome de PHP/FI, o “FI” veio de um outro pacote escrito por Rasmus que interpretava dados de formulários HTML (Form Interpreter). Ele combinou os scripts do pacote Personal Home Page Tools com o FI e adicionou suporte a mSQL, nascendo assim o PHP/FI, que cresceu bastante, e as pessoas passaram a contribuir com o projeto.

Estima-se que em 1996 PHP/FI estava sendo usado por cerca de 15.000 sites pelo mundo, e em meados de 1997 esse número subiu para mais de 50.000. Nessa época houve uma mudança no desenvolvimento do PHP. Ele deixou de ser um projeto de Rasmus com contribuições de outras pessoas para ter uma equipe de desenvolvimento mais organizada. O interpretador foi reescrito por Zeev Suraski e Andi Gutmans, e esse novo interpretador foi a base para a versão 3.

Em maio de 2000 o PHP3 deu espaço para a versão 4, a qual foi revolucionária, pois o PHP começava a engatinhar na Orientação a Objetos.

Em 2004 foi lançado o PHP5, com melhoramentos na OOP e muitas outras adições.
Atualmente o PHP6 está no forno e parece não demorar muito mais para ficar pronto.

Conclusão

Embora seja uma linguagem de código-fonte aberto, o que gera discriminação por parte de alguns, PHP é uma ferramenta poderosa que possui diversos recursos e uma sintaxe simples e fácil de ser aprendida. Linguagem promissora que ainda tem muito pra dar.

Espero ter sido claro em todas as especificações acima e qualquer dúvida ou sugestão vocês podem me encontrar no PHPit!

Um grande abraço a todos e fiquem com Deus!
Rafael Jaques

Download - Apostila de Web Standards

AJAX, Acessibilidade, Adobe Flash, Internet, JavaScript 2 Comments »

Juntamente com André Espeiorin, programador no Ministério da Educação e mantenedor do www.blogdoxorna.com e Andrea Poletto, coordenadora do núcleo de acessibilidade do projeto SIEP (Sistema de Informação na Educação Profissional e Tecnológica) do Ministério da Educação, desenvolvi uma Apostila de Web Standards, englobando XHTML, CSS, Tableless, Acessibilidade, Flash e AJAX Acessível.

Pensada para o uso de conceitos e técnicas práticas, foi usada em diversos treinamentos e distribuida pela Rede de Desenvolvimento do SIEP.

Tendo sempre em mente contribuir para a comunidade, alcançando uma web mais rica e acessível, disponibilizo para donwload aqui, para todos os interessados.

Boa leitura!

Desenvolvimento Web - Semântica

Padrões web 2 Comments »

Sempre acreditei que a web devia ser levada ao seu máximo, com usabilidade, acessibilidade, comunicabilidade e padrões de desenvolvimento, por isso iniciarei falando sobre Padrões Web no meu site, saindo um pouco da tradicional linha Flex e Flash, devido a minha mudança de trabalho e foco absoluto nesta área.  

“Semântica é a parte da gramática que estuda o sentido e a aplicação das palavras em um contexto.” 

O grande paradigma do desenvolvimento de sites e sistemas acessíveis está no uso correto de cada tag para o seu respectivo conteúdo, como por exemplo, ao pegarmos uma citação e seu autor, como segue abaixo, de que forma devemos implementar a demarcação?

“Somente aquele que administra suas idéias de forma livre é dono de suas idéias, e somente aquele que é dono de suas idéias não é escravizado por elas.”

- Lin Yutang

Que tal desta forma:

<p>“Somente aquele que administra suas idéias de forma livre é dono de suas idéias, e somente aquele que é dono de suas idéias não é escravizado por elas.”</p>

<p>- Lin Yutang</p>

Para muitos, isto será muito familiar, mais está forma não é correta, sendo que temos tags apropriadas como elementos semânticos:

<blockquote>“Somente aquele que administra suas idéias de forma livre é dono de suas idéias, e somente aquele que é dono de suas idéias não é escravizado por elas.”</blockquote>

<cite>- Lin Yutang</cite> 

Muios desenvolvedores estão habituados a escrever HTML desta forma e inclinados a desenvolver sites com várias tags <div> no início do desenvolvimento com a metodologia Tableless, claramente espelhandos em layouts estruturados com tabelas. Esta prática é chamada de divite, mas deve ser evitada.

Similarmente, devemos ser cautelosos sobre a divisão de elementos únicos com tags <div>. Isto é frequentemente realizado para propósitos de estilização, mas usualmente isto destrói com a marcação semântica, além de ser totalmente desnecessário.

A tag <div> é usada para criar divisões na página, mas ao mesmo tempo é utilizada para criar grupos de conteúdo. Por exemplo, por que fazer isto:

<div id=”menu”>

<ul>

<li>Item A</li>

<li>Item B</li>

<li>Item C</li>

</ul>

</div>

Quando podemos estruturar a página usando menos código:

<ul id=”menu”>

<li>Item A</li>

<li>Item B</li>

<li>Item C</li>

</ul>

A este uso desnecessário da tag <div> damos o nome de “divite”. O mesmo problema pode ocorrer comumente com desenvolvedores web ao utilizar o atributo class, ao que chamaremos de classite.

O atributo class existe para que possamos utilizar a mesma esitilização para vários elementos em comum, mas como a divite, muitos desenvolvedores utilizam o atributo class no lugar da tag apropriada, como no exemplo:

<p class=”address”>

Carlos Tristacci<br />

Rua 13 de Maio, 1535 <br />

Bento Gonçalves - RS

</p>

O correto é usar o elemento (X)HTML address, veja abaixo:

<address>

Carlos Tristacci<br />

Rua 13 de Maio, 1535 <br />

Bento Gonçalves - RS

</address>

Desenvolvedores tem também a tendência de usar o atributo class em diversos elementos que se repetem ao invés de simplificar aplicando a class para o elemento pai, veja o seguinte código:

<ul>

<li class=”tipos-queijo”>Cheddar</li>

<li class=”tipos-queijo”>Mozzarella</li>

<li class=”tipos-queijo”>Parmesan</li>

<li class=”tipos-queijo”>Swiss</li>

</ul>

Aqui uma maneira muito mais simplificada:

<ul class=”tipos-queijos”>

<li>Cheddar</li>

<li>Mozzarella</li>

<li>Parmesan</li>

<li>Swiss</li>

</ul>

Mas, quando temos o cuidado no uso das tag <div>, <p>, <span> juntamente com as demais tags e estudando padrões de desenvolvimento web, iremos utilizar elementos (X) HTML mais apropriados, eliminando a confusão do documento e possibilitando um código mais semântico, fácil de dar manutenção, leve e rápido de ser carregado pelo browser e enfim acessível.

MXStudio… souweb!

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Logo MXStudioEsta semana tive a confirmação do Gerente de Marketing do MXStudio, Juliano Haussen, da minha participação como colunista no MXStudio. E registro aqui, meu agradecimento por toda atenção dada. Valeu Juliano!!!

Fico muito lisonjeado de poder contribuir para mais um dos portais mais acessados do Brasil, onde pude aprender muito com artigos de seus colunistas, chegando a minha hora de poder retribuir todo o aprendizado.

O principal disto é poder dividir com todos as minhas idéias e conhecimentos, receber críticas e elogios e principalmente alimentar a paixão por escrever.

Acessem meu primeiro artigo, Entendendo Orientação a Objetos, postado dia 10.05.2008:

http://www.mxstudio.com.br/flash/entendendo-orientacao-a-objetos/

Bom… espero que gostem deste e de outros artigos que eu venha a postar.

Um abraço e até a próxima!

Google, o Grande Cego

Acessibilidade, Internet 1 Comment »

O artigo a seguir foi escrito pelo meu amigo Anderson Triacca, www.andersontriacca.com, escrito quando ainda trabalhávamos juntos. Pedi sua aprovação para postar no meu blog devido a importância dada aos padrões web e a acessibilidade e sua relação com os mecanismos de busca.

Boa leitura!

O título pode parecer meio estranho, mas essa é uma das grandes verdades da web, o google é o maior cego da internet, e isso é muito bom para nós(desenvolvedores). Você deve estar pensando: “esse cara é louco”, mas vou explicar um pouco da minha lógica, e depois você pode tirar suas conclusões.

Quando eu comecei a montar minhas páginas html eu fui questionado sobre como eu tratava da acessibilidade nas minhas páginas eu respondi que não me importava muito com isso, que deficientes não usam a internet(como eu era ingênuo nessa época).

Acontece que os deficientes(parciais ou totais) acessam sim a web, e acessam muito, cerca de 20% das pessoas que navegam na web são portadoras de algum tipo de deficiência, e não pensar nelas é excluir milhões de possíveis visitantes aos nossos sites.

Mas agora você deve estar se perguntando: “como um cego acessa um site?”, pois eu respondo, através de leitores de tela(progamas que lêem o conteudo do site e expressam de forma verbal para o deficiente poder acessar a página) tais como Jaws ou DoxVox. Mas se na hora que desenvolvemos o site não pensarmos nesses programas, eles com certeza irão confundir o deficiente no lugar de ajudá-lo.

Devemos tomar medidas preventivas para que um deficiente tenha uma boa experiência quando navegar em nosso site, medidas como colocar conteúdos alternativos para leitores de tela, separar conteúdo de estilização, usar webstandards, escrever html semântico, conteúdo alternativo para navegadores que não suportam flash, e outros mais(nas próximas colunas eu explico cada técnica mais detalhadamente).

Agora você me pergunta: “onde o google do título entra nesta história?”, pois ele é mais importante, mais inteligente e mais cego do que você pode imaginar.

Veja por este lado, quanto melhor a colocação do seu site numa busca mais visitas você vai ter. Agora você já se perguntou como o google determina quais sites aparecerão melhor numa busca?

Pois o google visita seu site semanalmente, e quanto mais você atualizar ele melhor ele ficará colocado numa busca, isso claro, se o google conseguir ler seu site. Para o google ler seu site ele precisa de conteúdo, muito conteúdo, e a melhor forma de se conseguir muito conteúdo é usar pouco código na marcação, e para isso existem os webstandards, que separam estruturação de estilização. Quanto mais acessível aos leitores de tela seu site for melhor cotado ele será pelo google e mais visitas ele terá, pois o google é o grande oráculo cego da web.

Vivemos num país onde existem muitas desigualdedes e preconceitos, pelo menos na internet vamos tentar fazer algo para mudar esse quadro.

Autor: Anderson Triacca ( www.andersontriacca.com )

Web Standards. A Teoria da Simplicidade

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Entrando num novo modelo de posts no blog souweb.info, estreio meu primeiro Screencast (vídeo-aula), falando sobre Web Standards.

Este será uma sequência de outros Screencasts falando sobre o desenvolvimento web dentro dos padrões e de forma acessível.

Espero que gostem deste novo modelo de post e deixem comentários. Um abraço!

Acessibillidade Web: Custo ou Benefício

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Estudando acessibilidade na internet esta semana encontrei este vídeo no site www.acessibilidade.net, apresentado por pessoas com deficiências físicas, falando sobre a importância e o custo benefício da acessibilildade. Perceba a importância do desenvolvimento de sites acessíveis.

Participe! Deixe um comentário com sua opinião sobre a acessibilidade na web.

Certified HTML Developer

souweb 6 Comments »

Certificado - Certified HTML Developer

Depois de conquistar a certificação Adobe Certified Professional Flash MX 2004 Developer em 2006, hoje conquistei a certificação Certified HTML Developer, realizada pela W3Schools.

Esta certificação que achei que fosse relativamente fácil, me trouxe algumas surpresas, com questões sobre Frames e atributos HTML de formatação. Assuntos que atualmente não estou mais acostumado a trabalhar devido ao seu desuso ou depreciação pela W3C.

Com 70 questões para serem respondidas em 70 minutos, conclui em 42 minutos com aproveitamento de 94%. Fico feliz por alcançar mais esta certificação pois é fruto de 5 anos de trabalho como desenvolvedor e professor na área web.

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